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Automotive Business Destaca o VAI como o futuro das concessionárias

Wings espera conectar 600 concessionárias aos carros que vendem até 2020.

Monitoramento do veículo com módulo VAI de rastreabilidade pode aumentar faturamento das revendas.

A Wings começou em março passado a vender em concessionárias Jeep, Toyota, Volkswagen e Hyundai a assinatura de seu módulo de rastreamento VAI (sigla de Vehicle Artificial Intelligence), já conta com 30 revendas conectadas aos carros que venderam, negocia a introdução do seu sistema com outras marcas e até o fim do ano espera que 250 lojas estejam integradas, saltando para 600 em 2020. Além de rastrear em tempo real o veículo e assim garantir mais segurança com funcionalidades como cerca de deslocamento, limite de velocidade e estacionamento seguro (alerta ao proprietário em caso de tentativa de partida forçada), o VAI também representa uma ferramenta para estreitar a comunicação on-line com os clientes e aumentar o faturamento com a oferta de serviços.

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O sistema acessa mais de 25 GB de dados gerados por hora por um veículo e transmite informações como quilometragem, códigos de falha, status de peças e alerta de colisão em tempo real. O acesso aos dados possibilita ao concessionário, por exemplo, oferecer auxílio personalizado ao consumidor em caso de um acidente ou uma reposição de bateria para aquele cliente que está na eminência de precisar trocá-la. Tudo isso por meio do aplicativo.

Com isso, sem custos, ao vender a assinatura do VAI a concessionária ganha um canal direto com o cliente, monitorando on-line o funcionamento do veículo. “Dizemos que somos o mecânico amigo de todo proprietário de carro, porque estamos em tempo real monitorando falhas, peças, temperatura de motor, e alertamos em caso de qualquer intercorrência na parte elétrica, injeção ou motor”, explica João Marcelo Barros, diretor da Wings. A empresa foi fundada em 2010 no Recife (PE) especializada em assessórios de infoentretenimento e segurança veicular, que desenvolveu o VAI em parceria com o centro privado de inovação Cesar e a Associação Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii). O investimento inicial de pesquisa e desenvolvimento da rede foi de cerca de R$ 3 milhões e, segundo Barros, em novembro próximo será iniciado um novo ciclo de investimentos.

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